A crise grega, o desastre da chamada “esquerda radical” e as carpideiras neoreformistas no Brasil

por Edmilson Costa [*]

As crises têm um significado profundamente pedagógico para as sociedades. Quanto maior a crise, mais se aproxima o momento da verdade para todos: Estado, governos, instituições públicas e privadas, partidos políticos, movimentos sociais. À medida em que a crise se acirra, vai-se fechando o espaço para o oportunismo, a demagogia, as manipulações, as meias verdades, as falsas promessas, as soluções de compromissos, os pactos sociais. A crise não permite que ninguém fique em cima do muro. Cada instituição ou liderança é obrigada a se mostrar por inteiro, dizer com voz alta o que pensa, expor-se à luz do sol sem proteção.

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